De fato, internacionalmente as diferenças no planeamento dizem respeito sobretudo ao equilíbrio entre estes dois objetivos e respetivamente à “mistura” de meios e métodos de comunicação que são escolhidos de cada vez. Uma abordagem mais analítica ao tema da evolução das formas de Educação a Distância é a dos sete modelos propostos por Petters que consistem brevemente nos seguintes:
• O Modelo “Preparação para Exames”, que se refere ao caso de faculdade EAD ou instituições de ensino em geral que se contentam em organizar exames e atribuir graus, oferecendo apenas serviços de apoio simples como a inscrição nesses exames, fornecer bibliografia e lista de material educacional a ser estudado, etc.
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Aqui nos referimos basicamente a uma forma simplificada de aprendizagem independente ou autônoma (por exemplo, a Faculdade EAD de Londres no século XIX e os Regents of the University of New York, recentemente) .
• O modelo “Pelo correio”, que tem sido o modelo mais utilizado por mais de 150 anos.
• O Modelo “Comunicação (de massa) Multimédia”, desenvolvido principalmente na década de 1970 e caracterizado pela utilização sistemática e integrada da televisão e da rádio no funcionamento quotidiano, a par da utilização de centros de recepção ou de apoio.
• O Modelo “Treinamento a Distância em Grupos”, que tem muitas características em comum com o anterior, mas é voltado para grupos de aprendizes e não para indivíduos.
Normalmente é obrigatória a participação no grupo e um professor- coordenador responsável cuida do seu bom funcionamento e da discussão após o recebimento do programa educacional. • O Modelo do “Aluno Autônomo” (aprendiz) que se baseia na independência do aprendiz para a seleção do objetivo educacional, do conteúdo, do material didático e da avaliação do resultado. Neste caso, os professores desempenham o papel de conselheiros e facilitadores da aprendizagem, mantendo uma comunicação regular com os alunos no contexto deste novo papel.