A história da advogada e ex-professora universitária, Cláudia de Marchi, 34 anos, que morava em Sorriso e decidiu virar acompanhante de luxo em Brasília, ganhou as páginas da imprensa internacional na última semana. Os jornais “The Sun”, Daily Mail” e “Daily Star” publicaram notícias sobre Cláudia. Jornais do Sri Lanka, México e Bélgica também contaram sua história. “A advogada nem se preocupou em usar um pseudônimo”, destacou o mexicano “El Debate”.

Cláudia fez uma mudança radical em sua vida após a demissão de uma faculdade particular em Sorriso, onde dava aulas de Direito Constitucional até fevereiro do ano passado. As atividades como acompanhante de luxo iniciaram dois meses depois, em abril, em Brasília. Além disso, ela montou um blog para narrar suas aventuras dentro e fora de casa.“Eu tomei essa decisão depois de sair do magistério, quando fui demitida sem justa causa por questão de egos nestas instituições particulares”, relatou no mês passado, ao jornal Folha de São Paulo.

Além da desilusão profissional, Cláudia também contou que também havia uma frustração com os homens. Ela foi casada e depois teve uma sucessão de relacionamentos sem sucesso. “Tanto no casamento quanto nos meus namoros, o sexo era o que havia de mais especial, então resolvi aproveitar só a cereja do bolo”, disse ao jornal.

Segundo a reportagem, ela disse que atende uma média de dois clientes ao dia – exclusivamente homens e selecionados por ela. A ex-professora disse que já chegou a dispensar um interessado em um programa por conta de um erro de português. Afirmou que só realizaria o encontro caso estivesse na sarjeta ou passando fome, o que não seria o caso.

Ela afirmou também que o valor não seria apenas pelo sexo e sim por sua “bagagem cultural”, requisito que também cobra de seus clientes. Mesmo estando na capital política brasileira, diz que dispensa deputados e senadores. “Eles ganham bem, são poderosos, mas não quer dizer que tenham cultura”. A ex-advogada disse que ganha bem e leva uma boa vida na capital federal.