Tapurah entra por índice das 18 cidades em MT com casos de dengue em setembro

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De acordo com o monitoramento da vigilância epidemiológica, Mato Grosso continua apresentando alta incidência de dengue, apesar de novos casos não terem sido notificados desde o último boletim. São 806 casos da doença por 100 mil habitantes. Também não foram registrados novos casos de zika vírus, apesar de a incidência continuar alta, com 746 casos por 100 mil habitantes. Já a febre chikungunya tem incidência de 43 por 100 mil habitantes, o que é considerada baixa.

Neste ano, até agora foram notificados 26.326 casos de dengue, aumento de 11% em relação ao mesmo período do ano passado. Os casos de zika registram 24.369 notificações, aumento de 162% do total anual de 2015. Em relação a febre Chikungunya, são 1.410 casos, aumento de 334% em relação a todo ano de 2015.

De acordo ainda como o boletim de monitoramento, as cidades Jangada, Nossa Senhora do Livramento, Indiavaí, Santa Terezinha, Conquista D’Oeste e Figueirópolis d’Oeste não registraram notificações nem casos de dengue.

A comissão de investigação de óbitos do programa da Dengue vem acompanhando a investigação de 45 casos, sendo 15 notificações de óbitos por dengue, dos quais cinco foram confirmados até o momento, 16 de casos graves (sendo seis confirmados) e 14 de dengue com sinais de alarme (sendo nove confirmados). No mês de setembro, ocorreram casos em 18 municípios: Matupá (2), Tapurah (1), Campo Novo do Parecis (3), Alta Floresta (6), Pontes e Lacerda (2), Lucas do Rio Verde (4), Barra do Garças (3), Sorriso (2), Sinop (2), Cuiabá (1), Nova Ubiratã (1), Juína (2), Juara (1), Paranatinga (4), Colniza (1), Feliz Natal (3), Rondonópolis (1) e Tangará da Serra (1).

No mês de setembro 2016, os municípios que apresentaram ocorrência dos casos da febre Chikungunya foram: Matupá, Campo Novo do Parecis, Cuiabá e Rio Branco com um caso notificado em cada cidade. No ano, dois municípios apresentam incidência acumulada de alto risco para a doença: Acorizal e Campo Novo do Parecis.

No “Período Não Epidêmico” as ações de mobilização, comunicação, e educação em Saúde são fundamentais para a mudança de comportamento e adoção de práticas para a manutenção do ambiente domiciliar preservando-o da infestação por Aedes aegypti. Essas ações devem ser intensificadas, sobretudo com o inicio do período chuvoso, para a mudança de comportamento e adoção de práticas para a manutenção do ambiente domiciliar livre da presença e ameaça do mosquito transmissor.