Ministério do Trabalho cria ferramenta on-line que mapeia emprego formal no País

Painel de Monitoramento do Mercado de Trabalho mostra cenário do emprego formal em qualquer estado ou cidade e pode ser útil para trabalhador ou gestor público.

34
carteira de trabalho
Carteira de Trabalho O painel utiliza informações da Rais, do Caged e do Sistema de Registro de Empresas de Trabalho Temporário.

O Ministério do Trabalho criou uma ferramenta que permite mapear e acompanhar o emprego formal em todo o Brasil, o Painel de Monitoramento do Mercado de Trabalho.

A página possibilita pesquisar o cenário do emprego formal em qualquer estado ou cidade. As informações disponíveis vão desde o comportamento da abertura e fechamento de vagas até a oscilação de rendimentos das ocupações.
Os dados que constam no painel utilizam três fontes de informação: a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o Sistema de Registro de Empresas de Trabalho temporário (Sirett).
O analista de políticas sociais do Ministério do Trabalho, Vinicius Lobo, explica que o objetivo da ferramenta é disponibilizar essa informação de maneira simples e acessível para que qualquer pessoa possa utilizá-la como fonte de pesquisa.
“Um trabalhador que pretende migrar para outra cidade pode usar esse site para saber como está o mercado de trabalho nessa nova cidade, por exemplo. Ele vai poder saber coisas como: quais as profissões em alta, qual o salário médio dos profissionais e se as vagas da ocupação que ele busca estão abrindo ou fechando”, exemplifica.
Para o secretário de Políticas Públicas de Emprego do Ministério do Trabalho, Leonardo Arantes, a principal utilidade do Painel de Monitoramento é a possibilidade de ser usado como base para o planejamento e gestão das políticas públicas.
“O gestor público pode acessar essas informações para saber como está se comportando o emprego na sua cidade ou no seu estado e utilizá-las para planejar ou ajustar os rumos da execução dos serviços. Os técnicos do Sistema Nacional de Emprego (Sine) usam muito. E prefeitos e governadores podem fazer o mesmo”, avalia.