0e5e09cd-f69d-40ae-8258-010af4b3eb4e“Sejam Bem Vindos” essa era frase preparada para receber os alunos nesta terça dia (02) após a funcionários da escola decidirem pelo encerramento da greve. Porém, um grande problema preocupava a todos, a péssimas condições que encontrava a estrutura física da escola. Assim, na  noite de ontem (01), aconteceu uma reunião nas dependências  da Escola Estadual Cândido Portinari para deliberar sobre o assunto, após ser colocado sobre os problemas vigentes na  estruturas  física da unidade escolar, que atualmente trás insegurança aos funcionários e alunos da escola e pais, pois algumas salas estão com rachaduras no piso superior, as quais cederam entre dez a treze centímetros, a situação mais crítica é a do saguão de entrada da escola, que chega a balançar quando os alunos andam em cima.

Atualmente escola está no cronograma de reformas da Seduc, com uma obra orçada em mais de 700 mil reais,  porém após deflagração da operação Rêmora, que apura crime de corrupção nas licitações de construções de escolas estaduais, a reforma  foi suspensa por um prazo de 60 dias, toda via, já se passou o prazo e até agora, nada foi feito na escola que estava de greve. Agora com a decisão isolada de voltar às aulas, pais, alunos e funcionários decidiram continuar sem aula, até o governo se manifestar em reformar a escola.

Segundo a gestão da escola, a Seduc enviou um laudo técnico que assegura que a escola não oferece nenhum risco aos alunos, porém alguns pais com conhecimento no ramo de construção, manifestaram contrario ao laudo, fato que foi ampliado por todos presentes ao verificar as estruturas físicas da escola.

Após longo debate, foi deliberado a decisão de continuar sem aulas, até seja resolvido os problemas físicos da escola ou que o estado venha debater com a comunidade escolar uma solução mais rápida para sanar as dúvidas e incertezas que existem na unidade escolar.

A partir de agora, será feito denúncia ao Ministério Público, pedido de ajuda a Prefeitura e câmara de vereadores. Nesta  terça feira dia (02), a partir das 19 horas, o debate será na câmara de vereadores,   o objetivo e  buscar uma solução junto ao estado.

“A greve agora é dos pais” disse uma mãe durante a reunião para manifestar repúdio à situação da escola.