Greve ano letivoEm entrevista a Rádio Tucunaré nesse dia 29, explicou que o RGA o servidor deve receber e que essa decisão do desembargador se estende aos demais servidores do estado.

Agora os servidores da educação estão aguardando a Assembleia Legislativa que deverá votar a emenda substitutiva do Deputado Zeca Viana, que pediu vista na ultima sessão.

Durante sessão extraordinária, de segunda-feira (27). Em primeira votação, 13 deputados votaram a favor e 9 contra o parcelamento da recomposição salarial de 6%, correspondente às perdas inflacionárias de 2015, de 11,28%. Para ser colocada em prática, a mensagem ainda será apreciada em segunda votação.

O projeto seria apreciado em segunda votação em uma sessão extraordinária realizada logo após essa primeira sessão. No entanto, devido um pedido de vistas do deputado Zeca Viana, só deverá ser colocada em votação na quarta (29).

A greve permanecerá, diz Isac, que lembrou ainda que é a primeira vez na história que que um desembargador julga uma greve legal.

Na sua opinião, Isac entende que o governa de Pedro Taques é truculento e não está respeitando a legislação e os trabalhadores públicos.

A justiça deu parecer da legalidade, mas isso apenas reforça a continuidade da greve e se a AL-MT não votar de acordo com a necessidade dos servidores a greve continuará.

Sobre o ano letivo de 2016, o delegado explicou ainda, que a greve se estendendo por amis alguns dias, completará 30 dias e 26 no ano eletivo e não haverá condições de dar fechamento e terá que ser fechado no ano de 2017.

Isac pede a compreensão dos pais e as vitorias estão surgindo pois conseguiram recentemente impedir a privatização das escolas e querem mais investimentos e portanto, a greve pede além dos salários, as boas condições para as escolas.

Sobre um calendário de reposição, o delgado informou que isso só acontece depois de encerrada a greve.