Sobe para três o número de mortes confirmadas por H1N1 em MT

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Dos 3 casos confirmados da doença em MT, todos resultaram em morte.Cuiabá e Rondonópolis têm maior parte de casos suspeitos da doença.

O número de mortes confirmadas por H1N1 em Mato Grosso neste ano subiu de um para três, conforme balanço divulgado pela  Secretaria de Estado de Saúde na quinta-feira (14). Uma morte foi registrada em fevereiro, a de um idoso de 73 anos de Cuiabá, e as outras duas ocorreram em março – as vítimas são uma mulher de 32 anos que morava em Água Boa e um adolescente de 16 anos que vivia em Várzea Grande, região metropolitana da capital.

Dos três casos confirmados pela doença no estado, todos resultaram em morte. Outras sete mortes que teriam sido causadas por H1N1 ainda são investigadas, enquanto três foram descartadas. No total, outras 104 notificações ainda aguardam confirmação para saber se são mesmo da doença, também conhecida como gripe A.

Os municípios com mais notificações são Cuiabá e Rondonópolis, distante 218 km da capital, com 33 e 32 casos, respectivamente. Há casos notificados também em Várzea Grande, Cáceres, Primavera do Leste e outros 19 municípios. .

Mortes suspeitas
Na madrugada de quinta-feira (14), uma mulher de 42 anos que estava internada no Hospital Regional de Alta Floresta, a 800 km de Cuiabá, morreu com suspeita de H1N1. Ela foi identificada como Ilza Chagas e morava em Carlinda, distante 724 km da capital.

Essa foi a terceira morte suspeita da doença ocorrida naquela unidade de saúde neste mês. As duas anteriores foram nos dias 4 e 9 de abril, sendo as vítimas dois homens de 33 e 42 anos de idade.

Vacinação
A campanha de imunização contra a doença tem previsão para começar no dia 30 de abril. Em Mato Grosso, devem ser vacinadas 689,2 mil pessoas que fazem parte do chamado grupo prioritário: idosos, crianças de 6 meses a 5 anos, grávidas, mulheres que deram à luz recentemente, profissionais de saúde, indígenas, pessoas que tenham doenças crônicas ou que comprometam a imunidade, presos e funcionários do sistema prisional.

Fonte: G1 MT